
Eu te amo! Três palavras. São só três palavras, e parece que tem... A grande mágica do universo!
Mas será que é suficiente? Será que é só falar para ser verdade? Será que elas vem do fundo do coração? Será, será, será... Será que elas expressam tudo aquilo que a gente quer dizer? E afinal, o que a gente quer dizer, hein!? O que a gente espera quando diz: Eu te amo!?
Um beijo? Um abraço? Um sorriso? O perdão? (...) A confiança? A gente espera o sexo? O futuro? A cumplicidade? A paz? Ou então, é tudo isso junto? Mas só porque dissemos "Eu te amo!"?
"Não sei se existem palavras para expressar... Eu nunca senti isso antes... Eu... Eu te amo!" "Eu te odeio! Seu crápula! Eu quero que você morra! Morraaaaaaa!" É tão fácil! Tão fácil!
Do amor ao ódio, parece haver somente um passo! E a gente não tem medo de dar este passo! É um pulo, um arranco, um surto! Um piscar de olhos que a gente nem percebe e de repente... Taí, já era... O amor não existe mais! Morreu! Esvaeceu-se feito fumaça! Virou uma fraqueza, uma bobagenzinha, uma coisa de momento... Uma imensa mágoa!
Não adianta criar personagens, mentiras, ilusões... Por que nada disso dura! Um dia, a máscara cai! Não adianta buscar a perfeição, porque ela não existe! Ela não existe não, viu? Não adianta usar o poder do amor para manipular, para subjugar, intimidar, para possuir...
Aquele que ama, não ofega... Mas suspira! Não grita, mas murmura... Não derruba, mas ergue! Não precisa concordar, mas escutar sempre! Sempre! Aquele que ama, não precisa ser um super herói, e nem aquele que quer ser amado! Amor e perfeição não rimam, amor e humanidade SIM!
Amemos do jeito que somos! Vamos amar assim mesmo, com todas as nossas falhas, nossos defeitos e limitações! Vamos ter a coragem de amar e sermos amados mesmo em meio a nossa miséria!
Me ame na hora em que eu menos merecer, porque será quando eu mais vou precisar! Eu vou te amar, na hora em que você menos merecer, por que será quando você mais vai precisar!
Texto "Eu te amo não diz tudo" de Arnaldo Jabur. Adaptado para o sexto monólogo da peça teatral "Falando Sozinho" sob à direção de Paz Aldunate.
Mas será que é suficiente? Será que é só falar para ser verdade? Será que elas vem do fundo do coração? Será, será, será... Será que elas expressam tudo aquilo que a gente quer dizer? E afinal, o que a gente quer dizer, hein!? O que a gente espera quando diz: Eu te amo!?
Um beijo? Um abraço? Um sorriso? O perdão? (...) A confiança? A gente espera o sexo? O futuro? A cumplicidade? A paz? Ou então, é tudo isso junto? Mas só porque dissemos "Eu te amo!"?
"Não sei se existem palavras para expressar... Eu nunca senti isso antes... Eu... Eu te amo!" "Eu te odeio! Seu crápula! Eu quero que você morra! Morraaaaaaa!" É tão fácil! Tão fácil!
Do amor ao ódio, parece haver somente um passo! E a gente não tem medo de dar este passo! É um pulo, um arranco, um surto! Um piscar de olhos que a gente nem percebe e de repente... Taí, já era... O amor não existe mais! Morreu! Esvaeceu-se feito fumaça! Virou uma fraqueza, uma bobagenzinha, uma coisa de momento... Uma imensa mágoa!
Não adianta criar personagens, mentiras, ilusões... Por que nada disso dura! Um dia, a máscara cai! Não adianta buscar a perfeição, porque ela não existe! Ela não existe não, viu? Não adianta usar o poder do amor para manipular, para subjugar, intimidar, para possuir...
Aquele que ama, não ofega... Mas suspira! Não grita, mas murmura... Não derruba, mas ergue! Não precisa concordar, mas escutar sempre! Sempre! Aquele que ama, não precisa ser um super herói, e nem aquele que quer ser amado! Amor e perfeição não rimam, amor e humanidade SIM!
Amemos do jeito que somos! Vamos amar assim mesmo, com todas as nossas falhas, nossos defeitos e limitações! Vamos ter a coragem de amar e sermos amados mesmo em meio a nossa miséria!
Me ame na hora em que eu menos merecer, porque será quando eu mais vou precisar! Eu vou te amar, na hora em que você menos merecer, por que será quando você mais vai precisar!
Texto "Eu te amo não diz tudo" de Arnaldo Jabur. Adaptado para o sexto monólogo da peça teatral "Falando Sozinho" sob à direção de Paz Aldunate.